Sem cancelamentos simplistas nem absolvições convenientes, este livro

propõe perguntas incômodas: é possível admirar um gênio ignorando

sua vida privada? A criação artística ou filosófica pode ser separada do

caráter de quem a produziu? Até que ponto a obra transcende o autor?

Em Mentes que brilham, virtudes que se apagam, Caio Túlio Costa investiga

um território desconfortável: o abismo entre a genialidade intelectual e os

atos imorais, excêntricos ou moralmente contestáveis de seus criadores,

mentes privilegiadas que mudaram o mundo, revolucionaram a filosofia,

a política, a literatura e as artes. Pessoas de ideias que atravessaram

séculos e continuam moldando a forma como pensamos, sentimos e

vivemos. E, como mostra o autor, por trás das obras brilhantes existiam

seres humanos profundamente contraditórios. O livro mergulha em

episódios pouco conhecidos, cartas, relatos e biografias para revelar

mentiras, traições, obsessões, vaidades e até vínculos perigosos com

regimes totalitários. Provocadora, erudita e surpreendente, a obra conduz

o leitor por um fascinante “lado B” da história intelectual do Ocidente,

onde convivem brilho e sombra, lucidez e perversão, genialidade e

fraqueza humana.

Mentes que brilham, virtudes que se apagam

Mentes que brilham, virtudes que se apagam
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Sem cancelamentos simplistas nem absolvições convenientes, este livro

propõe perguntas incômodas: é possível admirar um gênio ignorando

sua vida privada? A criação artística ou filosófica pode ser separada do

caráter de quem a produziu? Até que ponto a obra transcende o autor?

Em Mentes que brilham, virtudes que se apagam, Caio Túlio Costa investiga

um território desconfortável: o abismo entre a genialidade intelectual e os

atos imorais, excêntricos ou moralmente contestáveis de seus criadores,

mentes privilegiadas que mudaram o mundo, revolucionaram a filosofia,

a política, a literatura e as artes. Pessoas de ideias que atravessaram

séculos e continuam moldando a forma como pensamos, sentimos e

vivemos. E, como mostra o autor, por trás das obras brilhantes existiam

seres humanos profundamente contraditórios. O livro mergulha em

episódios pouco conhecidos, cartas, relatos e biografias para revelar

mentiras, traições, obsessões, vaidades e até vínculos perigosos com

regimes totalitários. Provocadora, erudita e surpreendente, a obra conduz

o leitor por um fascinante “lado B” da história intelectual do Ocidente,

onde convivem brilho e sombra, lucidez e perversão, genialidade e

fraqueza humana.