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Este livro propõe um giro radical na forma como o Funk é analisado e vivido. Aqui, não se parte das tradições da musicologia europeia, mas sim das pistas, dos bailes (ou “fluxos”) e das potências criativas das favelas. Surge, então, o conceito de putologia avançada – uma forma de criação que não apenas desafia padrões estéticos, mas também questiona a moral dominante. Ao cantar o “proibido”, os funkeiros escancaram a hipocrisia social, criam espaços de prazer e potência para corpos historicamente violentados e afirmam: também somos complexos, também pensamos, também inventamos. Assim se constrói uma crítica profunda à pedagogia musical conservadora, à lógica acadêmica excludente e ao racismo estrutural que molda o gosto e o juízo estético. A partir da vivência direta com os sons das favelas, o autor convida o leitor a repensar tudo o que se imagina saber sobre o gênero: suas batidas “sujas”, suas letras polêmicas e, principalmente, a forma como tudo isso incomoda quem não está acostumado a escutar a periferia falando (e dançando) alto.

Putologia Avançada

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Este livro propõe um giro radical na forma como o Funk é analisado e vivido. Aqui, não se parte das tradições da musicologia europeia, mas sim das pistas, dos bailes (ou “fluxos”) e das potências criativas das favelas. Surge, então, o conceito de putologia avançada – uma forma de criação que não apenas desafia padrões estéticos, mas também questiona a moral dominante. Ao cantar o “proibido”, os funkeiros escancaram a hipocrisia social, criam espaços de prazer e potência para corpos historicamente violentados e afirmam: também somos complexos, também pensamos, também inventamos. Assim se constrói uma crítica profunda à pedagogia musical conservadora, à lógica acadêmica excludente e ao racismo estrutural que molda o gosto e o juízo estético. A partir da vivência direta com os sons das favelas, o autor convida o leitor a repensar tudo o que se imagina saber sobre o gênero: suas batidas “sujas”, suas letras polêmicas e, principalmente, a forma como tudo isso incomoda quem não está acostumado a escutar a periferia falando (e dançando) alto.