Em 1927, um nome tomou conta dos jornais brasileiros: Febrônio Índio

do Brasil. Acusado de crimes brutais contra meninos, ele se apresentava

como o “Filho da Luz”, dizia cumprir uma missão divina e tatuava nas

vítimas um misterioso código. Manipulador e envolvido em golpes, fugas

e identidades falsas, tornou-se tão assustador que seu nome foi usado

durante décadas para amedrontar crianças. Mas por trás do monstro

das manchetes existe uma história ainda mais perturbadora. A partir

de processos criminais, prontuários psiquiátricos, jornais, laudos e

documentos históricos, a psicóloga Julia do Passo Ramalho reconstrói

a trajetória do primeiro

serial killer midiático do Brasil e questiona uma

certeza até então duradoura: Febrônio era realmente louco ou descobriu

na loucura uma maneira de escapar da Justiça? Considerado inimputável,

ele não foi condenado pelos assassinatos que o tornaram célebre.

Tornou-se o paciente 001 do primeiro manicômio judiciário do país,

onde permaneceria confinado por mais de meio século. Um caso real

em que crime, sexo, religião, psiquiatria e espetáculo se misturam. E

que ainda hoje deixa perguntas sem respostas

Um predador chamado Febrônio

R$79,00
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Em 1927, um nome tomou conta dos jornais brasileiros: Febrônio Índio

do Brasil. Acusado de crimes brutais contra meninos, ele se apresentava

como o “Filho da Luz”, dizia cumprir uma missão divina e tatuava nas

vítimas um misterioso código. Manipulador e envolvido em golpes, fugas

e identidades falsas, tornou-se tão assustador que seu nome foi usado

durante décadas para amedrontar crianças. Mas por trás do monstro

das manchetes existe uma história ainda mais perturbadora. A partir

de processos criminais, prontuários psiquiátricos, jornais, laudos e

documentos históricos, a psicóloga Julia do Passo Ramalho reconstrói

a trajetória do primeiro

serial killer midiático do Brasil e questiona uma

certeza até então duradoura: Febrônio era realmente louco ou descobriu

na loucura uma maneira de escapar da Justiça? Considerado inimputável,

ele não foi condenado pelos assassinatos que o tornaram célebre.

Tornou-se o paciente 001 do primeiro manicômio judiciário do país,

onde permaneceria confinado por mais de meio século. Um caso real

em que crime, sexo, religião, psiquiatria e espetáculo se misturam. E

que ainda hoje deixa perguntas sem respostas