“Quem não deve não teme”, diz o ditado. Mas frente a um agente da alfândega do aeroporto mais movimentado da América do Sul, até quem não tem nada a esconder pode ficar nervoso. Como distinguir a ansiedade de uma viagem das tentativas de disfarçar um crime? Em Bastidores da Área Restrita, Anderson Leme, um dos profissionais retratados na série Aeroporto: Área Restrita, reúne histórias reais de operações das quais participou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O trabalho pode começar antes mesmo de um voo chegar ou partir. Com acesso antecipado às listas de passageiros, as equipes cruzam informações sobre passagens, roteiros e deslocamentos anteriores e até endereços para identificar riscos. Quando a abordagem acontece, muitas vezes elas já conhecem detalhes que o viajante nem imagina. Nas conversas com os suspeitos, justificativas aparentemente convincentes revelam contradições: o motivo da jornada não combina com o itinerário, as respostas mudam de um segundo para outro e o conteúdo da mala desmente o que foi declarado. Aparecem então relógios de luxo, dinheiro de origem duvidosa, drogas em fundos falsos, entre outras descobertas. Da análise dos dados à abertura das bagagens, o leitor acompanha a atuação dos agentes, suas técnicas de abordagem e a tensão de cada ocorrência. Nessa hora, quem viaja pode ver seus planos mudarem e ter uma cela como destino final.

Bastidores da Área Restrita(Pré-venda. Envio a partir de 24/11)

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“Quem não deve não teme”, diz o ditado. Mas frente a um agente da alfândega do aeroporto mais movimentado da América do Sul, até quem não tem nada a esconder pode ficar nervoso. Como distinguir a ansiedade de uma viagem das tentativas de disfarçar um crime? Em Bastidores da Área Restrita, Anderson Leme, um dos profissionais retratados na série Aeroporto: Área Restrita, reúne histórias reais de operações das quais participou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O trabalho pode começar antes mesmo de um voo chegar ou partir. Com acesso antecipado às listas de passageiros, as equipes cruzam informações sobre passagens, roteiros e deslocamentos anteriores e até endereços para identificar riscos. Quando a abordagem acontece, muitas vezes elas já conhecem detalhes que o viajante nem imagina. Nas conversas com os suspeitos, justificativas aparentemente convincentes revelam contradições: o motivo da jornada não combina com o itinerário, as respostas mudam de um segundo para outro e o conteúdo da mala desmente o que foi declarado. Aparecem então relógios de luxo, dinheiro de origem duvidosa, drogas em fundos falsos, entre outras descobertas. Da análise dos dados à abertura das bagagens, o leitor acompanha a atuação dos agentes, suas técnicas de abordagem e a tensão de cada ocorrência. Nessa hora, quem viaja pode ver seus planos mudarem e ter uma cela como destino final.